Este é o meu espaço de desabafos, por isso partilho este consigo!
Acabou a crise, mas ficam os "estropiados"...
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Fomos "bombardeados" por mísseis financeiros, saqueados com os roubos e desvios, invadidos pelas tropas do FMI e entre mortos e feridos, algures no meio, estão os sem-casa, os sem-médico, os sem-família e os sem-amor, amputados que estão de sossego e esperança, ansiosos, deprimidos e fóbicos... Aparentemente a guerra-crise acabou... Agora Portugal está "em alta", está fashion, Lisboa, Porto e outras cidades são frequentemente citadas pelos gurus do Turismo Internacional, mas o que é um facto (meio escondido e posto à sombra) é que os "estropiados" e os órfãos do pós-crise, vivem aí no meio de todos, sem que ninguém queira olhar, e todos assobiam para os lados. Isto até pode estar a ser interpretado de uma forma pessimista, sobretudo por alguém positivo e construtivo como eu, mas apesar da realidade ser como é, eu não consigo ser indiferente: ➤ Aos milhares de miúdos das escolas que continuam a comer só uma vez por dia... ➤ Aos milhares que ficaram sem trabalho e sem condições para trabalharem, e que já esgotaram o tempo do fundo de desemprego... ➤ Aos milhares que continuam a ser aliciados para "empregos" que lhes dão o ordenado mínimo em troca do máximo de tempo útil de vida, para produzirem, sem poderem viver... ➤ Aos milhares que são vampirizados na sua força vital por regras e leis absolutistas...
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➤ Aos milhares que precisam de um tecto para viverem, mas que a ganância turística faz elevar os preços das rendas a um nível "hollywoodesco". Só de escrever isto, fico exausta, agora imagine testemunhar tudo isto dia após dia na minha actividade profissional. E quando me faltam os meios para ajudar no concreto, só me resta a mim ouvir os aflitos, consolar os desesperados, "injectar" Esperança nos já descrentes e que se perderam lá atrás no tempo, na linha que separa a vontade de continuar e a impotência de conseguir!
Imagem "Pensador"
Sou só eu que observo isto ou haverá por aí mais alguém?...
Até dizem(...) que a PREGUIÇA é um pecado capital...
Até dizem(...) que a PREGUIÇA tem de ser combatida,travada, contrariada...
Dizem tanta coisa da PREGUIÇA...mas, e se a preguiça fosse mais uma das formas que o corpo e a mente têm para "comunicarem" com a nossa CONSCIÊNCIA vigil?
E se a preguiça fosse um sinal de alerta forte o suficiente para nos fazer parar de andarmos a 1000 à hora, a querer fazer "downloads" de "megabites" de informação que acumulamos ao longo do dia,semana,mês, anos,anos?...
E se a preguiça estivesse no oposto do "hiper tudo"?
E se a preguiça nos parasse,nos colocasse naquele estado de "limbo" de que (parece) não conseguimos sair?
• Por tràs de um "...já vou" está um "...eu vou a tanto lado, que já não sei aonde vou..."
• Por tràs de um "...já faço..." está um "...eu faço tanta coisa,que já nem sei o que faço..."
• Por tràs de um "...não me apetece..." está um "...estou farta de fazer todos os apetites dos outros que me exigem..."
A PREGUIÇA é gémea da desmotivação, da exaustão,do esgotamento de recursos vitais que continuamente "desbaratinamos" e abusamos durante anos a fio.
ATÉ A TERRA PRECISA DE UM PERÍODO DE POUSIO...
Passa-lhe pela cabeça chamar de preguiçoso a um pedaço de terra (que esgotada e exaurida de tanto ser remexida e plantada) já não "dá nada"? Ou sabe que esse fenómeno só pede a solução de ficar em pousio?
E porque raio achamos nós que não precisamos também de pousio?... Nas férias?...ora, não se iluda, nem seja infantil...aquilo a que se chama de férias, é apenas uma outra actividade,para se distrair da principal que o consome...
E ENTÃO FAÇO O QUÊ QUANDO ME SENTIR COM PREGUIÇA?
1 - Reveja-se! Reveja a sua vida nos últimos anos
2 - Olhe para todas as tarefas,actividades e compromissos que acumulou: trabalho, tarefas domésticas, ginásio, tarefas com família que já não fazem sentido nenhum, actividades sociais só porque sim...e MUDE O RITMO
.
3 - Desacelere: Fale mias devagar, coma mais devagar, ande mais devagar, fique "lerdo", entre em "slow motion" -em câmara lenta- e poupe a sua energia.
4 - NÃO queira fazer tudo de "uma assentada"; guarde para amanhã o que não é de hoje, porque a cada dia o seu dia, reveja prioridades, emergências e urgências.
5 - Faça as tarefas por "blocos", descanse e volte de novo...
6 - Ouça e sinta o corpo, escute-o, observe-o e siga-o!
7 - NÃO LUTE NEM COMBATA A PREGUIÇA...Escute-a e peça-lhe orientação - é apenas um estado e não uma totalidade do SER.
8 - Mude a sua vida, MUDE DE VIDA se for preciso, mas se quiser escolher reprimir a preguiça, ela vai voltar, mais forte ainda, tal e qual a água presa numa válvula.
9 - Por favor entenda que a preguiça é a polaridade oposta da hiperacção; tantas coisas faz e executa, que nalgum ponto você vai ter que parar.
10 - De 15 em 15 dias, tenha um dia sabático: NÃO FAÇA NADA QUE NÃO LHE APETEÇA FAZER! Sinta a preguiça como um alerta amistoso que lhe diz claramente que tem que abrandar, e ao ouvi-la, pode crer que a preguiça abrandará.
Ora viva, para já quero pedir-lhe as maiores desculpas por ter estado tanto tempo arredada deste meu blogue;ele foi o meu primeiro"canto pessoal" e tenho-o deixado, assim como tantas vezes me tenho deixado a mim mesma, para cuidar de outras coisas, pessoas ou situações... Quando iniciei este blogue em 2009 eu tinha uma intenção muito clara, de que ele fosse um eco do meu inconformismo, da minha rebeldia e até de alguma excentricidade de pensamento e atitude, e essa intenção continua a mesma, garanto-lhe! Só que a vida, de facto, me vai chamando, e eu, que de há uns anos para cá, escrevopara outros blogues, e tenho outras actividades paralelas,o que faz com que nunca me sobre tempo,voltei a ter saudades deste meu "armário", de onde saem esqueletos, mas onde me sinto "em casa". Já agora,faz-me companhia num chá?...estou a beber um delicioso chá de frutos do bosque, bem fresco e com uma rodela de limão... ...mas continuando, quero pedir-lhe que volte a fazer-me companhia neste meu mundo, não tão virtual assim. O que aconteceu neste tempo todo?(pergunta você e muito bem...) ...ora, mudei de casa e de consultório, assumi a tempo integral a educação da minha neta mais velha, com quem tenho tido a oportunidade de colocar em prática tudo o que tenho aprendido académicamente até hoje sobre adolescência, porque viver com adolescentes é como viver numa montanha russa emocional, ou entre o Ártico e o deserto do Sahara, porque quando acordam estão com humor de cão esganado, batem com as portas e deixam a loiça do pequeno almoço num desvario, e à noite querem mimos, "oh avó dá-me aqui uma massagem..." ou"...faz-me aí um cházinho", e só a minha resiliência e capacidade de adaptação é que são os meus baluartes, para não desatar aos gritos e fugir de casa... até imagino a rapariga (minha neta) a contar às amigas: "Olha, a minha avó fugiu de casa..." E consigo, que voltas é que a sua vida já deu nestes últimos tempos?... Vá lá, não me deixe aqui a falar sózinha, que o mesmo é dizer "a teclar sózinha", porque a sua companhia aqui é-me muito prazeirosa e inspiradora, e como há um tempo para tudo, um tempo para estar com os amigos "de olhos nos olhos"eum tempo para estar com os amigos a "teclar" (e tornam-se amigos aqueles que nos escutam, lêem, respeitam e reagemconstrutivamente), então tire lá os seus esqueletos do armário e escreva o que lhe vai na alma...
O Que Eu Quero Mais É Que Se Lembrem De Não Maltratarem Ninguém...
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Se hácoisa que me põe
mesmo sem pachorra nenhuma, é esta mania de
celebrar o dia disto e naquilo.
Parece que as pessoas precisam de serem
lembradas constantemente de que não
estão
sozinhas no mundo, e que há vida para além
do seu próprio umbigo.
A próxima data vai ser o 8 de Março em que se instituiu a celebração do Dia Internacional da Mulher.
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Mas agora eu preciso que se lembrem das Mulheres uma vez por ano? E porque razão
não
existe o Dia Internacional do Homem? Será
porque têm os outros 364
dias do ano só para eles?
Não tenho
absolutamente nada contra os homens ,até
porque hoje em dia, e após tantas experiências
de vida,nutro especial compreensão e empatia
pelos homens em geral; a minha zanga é
face à
hipocrisia instalada como se fosse norma, sim porque a hipocrisia é
um recurso precioso que deverá ser usado com
sabedoria e parcimónia, tal como
um vinho velho.
Assim sendo, não preciso que me lembrem que sou Mulher no dia 8 de Março, obrigada, nem que me lembrem que existem a Mãe, as Crianças, os Avós, o Pai, e mais os outros 360 dias que quase por OBRIGAÇÃO se querem lembrar que existem motivos de celebrar a VIDA.
Portanto, não contem comigo para celebrações obrigatórias, mesmo que me levem pelos cabelos, porque quando quero e me apetece, eu celebro todas as Criaturas, sem que para tal, me seja lembrada a minha condição de Criatura Humana.
Mal começa Dezembro, começam a chegar-me (a mim e a montanhas de colegas meus) os "...ais..." e os "...uis..." dos almoços, jantares e festejos de Natal onde vêm os colegas que mal se falam durante o ano, porque há ressentimentos profissionais, mal ou não resolvidos e que passam de mês para mês, os tios dos primos, que desde a infância se julgam superiores só porque tinham uns trapitos a mais, ou porque se dizia que eram mais espertos do que os outros, os enteados e as madrastas de casamentos mal acabados, as segundas sogras, que nunca aceitaram as segundas noras, e o comboio de fantasmas nem sequer para por aqui:
- É que todos os fantasmas (vivos e mortos), parecem ter que conviver, a "bem da nação", porque "noblesse oblige" e porque no Natal não se recusa um sorriso benevolente a ninguém...mesmo que esse sorriso venha embrulhado em palavras azedas e acutilantes.
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Valham-nos os docinhos que desfilam na passarela da mesa...
E como tudo na vida, nada disto é bom nem mau, fantasmas são fantasmas, e até eles têm uma função, mesmo aquela que não queremos ver:
- A de termos que os CONFRONTAR sem medos, para que nos mostrem a solução, até que sigam os seus caminhos, e a função de nos vermos ao espelho naqueles que mais nos irritam, perturbam ou nos parecem ameaçar...
E logo no dia 26 de cada Dezembro, lá seguimos eufóricos para a viragem do ano, onde mais uma vez os FANTASMAS vão ser encafifados no armário... até à próxima data...
Aqui há umas semanas atrás, apareceu-me a Ana Benvinda com uma consulta marcada.
O nome não me era estranho, e quando a vi, a minha memória fotográfica atirou-me para 40 anos para trás - para os tempos de liceu.
A Ana era daquelas miúdas tímidas com menos uns anitos do que eu, mas que se interessava sempre pelas conversas das "mais crescidas" - era a "pita" que não queríamos ao pé de nós.
A vida e o 25 de Abril de '74 separaram-nos, e reencontrámos-nos agora;
ela com uma vida entre Portugal, a Suiça e o EUA, e eu por aqui e por além...
Ela com muita formação em Recursos Humanos e Serviços sociais, eu às voltas com a Psicologia e as Psicoterapias.
Ambas, mulheres determinadas e sempre à procura de uma boa CAUSA para nos dedicarmos...
No fim da consulta fomos tomar um café onde ela me falou de toda a experiência adquirida (principalmente nos EUA) com FAMÍLIAS desintegradas e em dificuldades, onde GRUPOS DASOCIEDADE CIVIL têm uma acção eficaz, porque se reúnem para fazerem CROWDFUNDING [sem estarem sempre à espera do Estado...],com CAMPANHAS DE RUA para sensibilizar os seus concidadãos, e com ACÇÃO DIRECTA NAS FAMÍLIAS, e não apenas com equipas de rua na doação de alimentos aos HOMELESS [sem abrigo], que aliás, tanto lá como cá, são um a questão muito complexa, como sabemos.
A IDEIA NASCEU nesta conversa...
Ali mesmo criámos o RAISING UP FAMILIES PORTUGAL, e como ela se vai embora outra vez,deixou-me a tarefa de fazer prosseguir a CAMPANHA, com todos os Amigos que eu possa trazer.
OFERECI-ME para que este blog seja um dos veículos para que todos possam saber mais e se
Here a few weeks ago, appeared to me to Ana Benvinda with an appointment.The name was not strange to me, and when I saw her, my photographic memory threw me for 40 years back - for high school times. Ana was one of those shy girls under a few years than me, but that is always interested in the conversations of "more grown" - was the "kid" we did not want to walk from us. Life and the 25 April '74 separated us, and we find ourselves now; her with a life between Portugal, Switzerland and the USA, and I here and beyond ... She very training in Human Resources and Social Services, I dealing with Psychology and Psychotherapy. Both certaisn women and always looking for a good Cause to devote ourselves ...
At the end of the consultation we went to a cafe where she told me about all the experience (especially in the US) with blown FAMILIES and difficulties, where civil society groups have effective action, because come together to make crowdfunding [without always being waiting for the State ...] with STREET CAMPAIGNS to raise awareness among their fellow citizens, and DIRECT ACTION IN FAMILIES, not just with street teams in donating food to HOMELESS , which incidentally, both there and here , is a very complex issue, as we know.
THE IDEA WAS BORN in this conversation ...
Right there we created RAISING UP FAMILIES PORTUGAL, and how she moves on again, left me the task of making further this CAMPAIGN, with all the friends I can bring.
I offered to this blog to be a vehicle for everyone to learn more and to
Vamos lá a ver se nos entendemos: Quando as pessoas se referem a outras que amam tanto,que se tornam as mais importantes das suas vidas, PORQUE É QUE AS TRATAM COMO COISAS? Hããã? Sim senhores! Ora então reparem: Mãe para filho(a):"...tu és a COISA mais importante da minha vida..." Mulher para marido:"...tu é a COISA mais importante da minha vida..." Filho(a) para a mãe:"...tu és a COISA melhor da minha vida..." Então em que ficamos? Os outros são COISAS ou PESSOAS importantes nas nossas vidas? E depois, toda a gente se espanta de, na hora das zangas, ser-se tratado como COISA!...
Todos os dias,somos confrontadas com milhões de referências à Liberdade feminina, com milhões de notícias que nos falam dos progressos que a Mulher fez ao longo de milénios, na suposta Felicidade que deveria estar a sentir porque contínuamente conquista o Mundo, tem uma carreira, pode ir ao ginásio, pode modificar o corpo sem dar satisfações a ninguém,pode casar, descasar, ter namorados em fila de espera, ter filhos ou não, e por aí vai... Então porque é que as Mulheres andam todas tão infelizes? Porque razão ainda se maltratam tanto,rastejam aos pés de homens que supostamente juraram amá-las, protegem crimes de violência contra elas, subjugam-se a trabalhos menores do que elas, e ainda assim fingem que estão a ganhar a batalha? Com quem lutam estas Mulheres afinal? Que fantasmas são estes que ainda as perseguem ao longo de milénios, e dos quais parecem não conseguir escapar? De tanto ouvir, observar e acompanhar centenas de Mulheres e tantas histórias diferentes, vou dar quase sempre à mesma conclusão: Na minha interpretação distanciada, muito me parece que as Mulheres ainda se punem pela culpa do malfadado "pecado original" que os critérios religiosos disseram que tinha cometido nos primórdios da Criação: A Mulher pecou porque desobedeceu ao homem...
E a partir daqui o seu fado eterno é fazer-se de inferior, para não desagradar mais, para ser amada, aceite e para se pacificar com a culpa de Eva. As Mulheres ainda continuam a acreditar em mentiras, que nem se sabe como começaram nem quando irão acabar. Uma coisa é certa: Quando alguma DESPERTA desta mentira inqualificável logo é vista como feiticeira e não-humana. De resto, continuam todas a dormir nos seus próprios pesadelos...
Estes 20 convidados não puderam aceitar... Uma semana destas, uma grande amiga minha deu um jantar de aniversário;juntou cerca de vinte amigos,e antecipadamente foi avisando no convite que enviou para cada um deles: "Não me tragam presentes, coisas de vestir, usar, ler ou ouvir... Tragam apenas a vossa Presença, o Coração cheio,a Mente aberta e o Hoje! Neste jantar não são permitidas conversas de fofocas e má língua,nem conversas de encher silêncios sobre crise,falências cortes e fraudes. Neste jantar quero apenas rodear-me de conversas frescas, airosas, histórias divertidas,assuntos de encher a Alma e o Coração..."
À hora e dia marcados, no restaurante marcado e reservado para 22 pessoas... Só estava ela e eu... Jantámos as duas e perguntámos-nos: Onde estão as pessoas? No telemóvel choviam mensagens de Parabéns e desculpas esfarrapadas...
Soube há uns dias,por uma amiga bem colocada em certos circuitos, de que, Portugal COMPRA à Europa, TONELADAS de comida, que seriam para DOAR e NÃO comprar! Distribuem depois pelas Autarquias, que se vêm a braços com a tarefa hercúlea de distribuir os mantimentos pelas famílias carenciadas... Então há famílias que se vêm "obrigadas" a levar com 6 ou 7 pacotes de manteiga, quilos de arroz ou massas, que nem têm lugar para arrumar. Você sabia que está a pagar este descontrole europeu? PAGAR fortunas por mantimentos que são supostos ser DOADOS? e estamos a falar na ordem das 10.000 TONELADAS... (leu bem, não são 10, são 10.000)
Autoridades portuguesas fizeram 177 pedidos de informação sobre utilizadores do Facebook... (Notícia do Jornal SOL a 28 de Agosto 2013)
Já há bastante tempo que me estou a sentir incomodada com as restrições e invasões do Facebook... Dizem-me a quem devo ou não pedir "amizades", proibem-me de as pedir durante o tempo que "eles" estipulam, mas depois atazanam-me a vida para fazer publicidade paga, para se terem mais gostos... Sou blogueira por hobbie e por profissão e também por serviço social que sinto prestar, tenho várias actividades profissionais que se apoiam na dinâmica das redes sociais, e por isso recorro ao Facebook, mas começo a sentir-me invadida e pressionada. Quando li este post no jornal SOL, apenas me apercebi que algumas das minhas suspeitas estavam a mostrar-se factos reais: Andam a espreitar e cuscuvilhar as páginas do FB descaradamente, e acho que ninguém sabe que está a ser "passado a pente fino"... Então decidam-se: Ou o FB serve apenas nos entretermos e brincarmos às casinhas e vidinhas, e então não pedem descaradamente que se faça publicidade, nem aceitam empresas como clientes... Ou então assumem o espírito comercial e se queremos brincar aos quintais, vamos brincar para outro lado... Agora, estar no Grande Irmão a ser espionada pelo que escrevo e comento, não me apetece... Se me apetecesse ia concorrer ao Big Brother já na próxima temporada...
Desde a minha última intervenção aqui, tanta coisa que mudou, tanto na minha Vida pessoal como no mundo inteiro... Continuo ter a oportunidade de ver ESQUELETOS NO ARMÁRIO de muita gente, que os tenta esconder e refundir para a gaveta mais recôndita, mas tal como os gatos deixam sempre o rabo de fora quando se escondem, também os ESQUELETOS deixam um ossinho ou outro de fora do ARMÁRIO... Em breve, mais ESQUELETOS que se mostram,prometo. Tive saudades vossas, acreditem... Encontro de ESQUELETOS marcado para a próxima semana?... Vossa, Xamãzinha...
Parar… . Data: De 19 de Fevereiro 2010 (sexta –feira) entrada ás 21h00 – check in Até: 21 de Fevereiro de 2010 (Domingo) saída às 19h00 – check out. . Tema: Parar…. Para olhar e ver, ouvir e escutar, tocar e sentir . Parar… para estar em silêncio. Parar… para fazer um intervalo na Inconstância da vida e encontrar o centro. Parar… para depois Prosseguir a viagem.. Programa: 6ª feira 21h00 – Check in – Alojamento e distribuição de camas 22h15 – Reunião com o grupo para apresentação, informação e Orientações gerais para o retiro. . Sábado: Meditação Osho – Antes do pequeno-almoço (facultativo) Manhã 9h30 - Estar sozinho….e parar Leitura e debate de texto. A experiência de estar sozinho (repores gráfica) 11h30 – Coffe breack 12h00- Silêncio – estar em silêncio 13h30 / 14h50 – Almoço . Tarde 15h00 – Trabalho de grupo * Mariana 17h00- Coffe breack 17h30 - Meditação com som 19h00 – Fim do 1º dia H00 - Jantar H00- Actividades lúdicas Meditação Osho para antes de dormir (facultativo) . Domingo H00 – Meditação Osho – antes do pequeno-almoço (facultativo) 9H30 – Cuidar…e ser cuidado – A pares. 11H30 - Coffe breack 12H00 – Impressões e debate 12H30 - Trabalho de grupo * Mariana 13H30/14H50 – Almoço 15H00 - * Mariana 17H00 – Coffe breack 17H30 - Encerramento 19H00- Saída . Material: Roupa quente e confortável Meias quentes Manta Almofada Caderno para apontamentos . Investimento: 175.00€ com tudo incluído (alojamento, retiro, refeições e coffe breacks). A alimentação durante todo o retiro é da orientação macrobiótica e vegetariana. Pagamentos : 50% (87.50€) no acto da inscrição 50% (87.50€) restantes no dia do check in Lotação máxima por retiro : 14 a 16 pessoas Inscrições feitas através de telefone: 214 530 530/ 925 012 944 – Silvia Morais 966758769 - Mariana Ferreira. (até quinta feira, 11) . Nota importante : Durante o retiro pede-se que se abstenha de ver TV, e de atender telemóveis.Quem precisar de comunicar por telefone, poderá fazê-lo à hora de almoço ou jantar. Durante as actividades não é permitido usar telemóveis, que devem ficar desligados ou em modo silencioso.
Para viver uma vida plena e com sentido, é fundamental descobrir qual o nosso Propósito de Vida. Cada um de nós tem um papel, um conjunto de talentos, uma maneira de ser única capaz de dar um contributo único ao mundo.
Os propósitos não têm que ser grandiosos porque o que está em jogo não é o Ego e sim a Alma, o contributo que nos cabe na partilha e na comunhão.
Para descobrir o seu, responda:
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1) O que faço bem e me dá energia? =energia+entusiasmo
2) O que me faz perder a noção do tempo? =prazer
3) Quais as qualidades que reconheço em mim? =fluxo
4) Quais são os meus talentos? =fluxo
5) Qual o meu Propósito de Vida? =o que faço bem + prazer + qualidades e talentos (competências)
...e quais as actividades onde posso usar o meu Propósito?
Para ajudar a descobrir as suas competências pense na sua vida e responda:
a) Quais eram as minhas brincadeiras preferidas e sonhos na infância?
b) Que obstáculos culturais/sociais/pessoais ultrapassei?
c) Como os superei? (que talentos e qualidades usei)
...e quais são os meus hobbies actuais?
O Propósito de Vida é a Energia que atravessa todas as áreas da Existência, do Nascimento à Morte.
(Artigo por Sara Sanz Pinto, Publicado em 12 de Novembro de 2009 no i online aqui)
Roland Emmerich percebe destas coisas. Fez "O Dia da Independência" (1996), "Godzilla" (1998) e "O Dia Depois de Amanhã" (2004). Destruir o mundo é com ele mas, desta a vez, resolveu encontrar novo fundamento para a história que vem contando há anos: inspirou-se no calendário maia para justificar um novo adeus ao planeta, com "2012" (estreia-se hoje, veja em que salas entre as páginas 44 e 46). Para o tentarmos entender melhor, procurámos uma fonte próxima destas tradições. Eduardo Buzaglo explica-nos a origem e os pormenores desta crença. Vive em Mafra, na Casa Shanti, espaço dedicado ao turismo rural com a vertente macrobiótica e agricultura biológica. Está também ligado à permacultura, a auto-sustentabilidade económica e emocional. É o representante do calendário maia em Portugal. O que é o calendário maia?É um tema muito abrangente. Os maias tinham 17 calendários diferentes e eram um povo que tinha um conhecimento muito vasto sobre o tempo. Hoje em dia, na física quântica, que é a parte que está mais perto da ciência que os maias dominavam naquela altura, porque os maias utilizavam uma matemática da quarta dimensão, que é uma matemática que é vista não pelos valores quantitativos, mas pelos valores qualitativos, apesar de também jogar com as quantidades. Por exemplo, um mais um é igual a dois. Mas dentro da matemática quântica, um que é uma qualidade ou um poder magnético, com mais outro poder magnético, é igual dois, que não é um valor superior, mas sim uma qualidade diferente. Portanto, não existe o raciocínio que dois é mais do que um. Dois é diferente de um. Entramos no mundo das qualidades. Como disse há pouco, eles tinham 17 calendários diferentes, o que nos faz um bocado confusão, porque nós só temos um. Estes calendários faziam contagens de ciclos, por exemplo, do planeta Vénus, que tinha uma grande importância para eles. Sempre que Vénus se aproximava da Terra marcava uma determinada influência. Estamos a falar de uma civilização muito avançada e, em muitas áreas, muito mais avançada do que a nossa cultura actual, mas que surgiu numa época anterior e que teve também um pouco isolada da informação. Supõem-se que os fenícios já tinham chegado à América, os vikings já tinham chegado à América, embora isto não tenha sido divulgado na história que aprendemos. Portanto, existiu toda uma cultura no México que não se conhece totalmente. Por muito que se diga que faziam sacrifícios humanos e outras coisas, não há uma certeza absoluta, pois o bispo Diego de Landa Calderón, que era um espanhol, destruiu todos os vestígios da cultura maia. Livros, pinturas…. Queimaram tudo numa fogueira. Houve mesmo uma noite que ficou conhecida na história. Isso sabe-se que aconteceu.
Mas porque é que isso aconteceu?Aconteceu porque a informação que eles tinham iria provavelmente ameaçar o poder do Vaticano. E como se sabe, ainda hoje acontecem na nossa cultura esse tipo de situações. Existem muitos conhecimentos que não vão para a frente, porque não interessa ou à economia, ou à indústria farmacêutica. Estamos nisto. Hoje em dia a política e o sistema bancário estão, de facto, bloquear a evolução da humanidade. Alguém pode aparecer com um carro maravilhoso, que não polui e que não é caro, e automaticamente isso não interessa. As companhias petrolíferas vão vir logo com milhões para o carro não ser comercializado e com um pequeno aviso: “tens uma mãe, um pai, vê-la, toma lá este dinheiro, e vamos esquecer este assunto para já, que nós depois vamos pegar nisto daqui a uns anos”. Assim vão-se bloqueando as ideias e muitos projectos ficam na gaveta.
Conhece alguma pessoa que tenha sofrido este tipo de pressões?Pessoalmente, não conheço nenhum caso directamente. Mas sei de alguns casos indirectos, como alguns carros que surgiram na Califórnia – que é dos Estados mais evoluídos e inovadores da América -, durante os anos 90. Carros eléctricos, lindíssimos, com uma autonomia de cerca de 100 quilómetros, cuja bateria se carregava como se fosse um telemóvel. Os carros nunca foram vendidos ao público, mas houve uma empresa que os alugava, tipo um leasing, mas com um tempo determinado. Expiraram os contratos e não foram nunca mais renovados. Isto é um caso, mas existem muitos mais. Retiraram todos os carros de circulação e foram todos para abate. Tem havido sistematicamente este tipo de bloqueios. Podemos dizer que hoje em dia podíamos todos circular com carros eléctricos; temos tecnologia para isso. Não há é vontade política e financeira para que isso aconteça. Prefere-se poluir e viver num faz de conta. Agora vai haver a conferência em Copenhaga, está tudo muito preocupado com as alterações climáticas, mas não é uma preocupação genuína, porque existem mudanças que podem ser feitas, dentre deste próprio sistema, mas que não são feitas por motivos económicos e políticos.
Mas voltando ao calendário maia. Porque é que apenas um é utilizado?Não utilizamos muito o termo calendário, mas antes “sincronário”. Porque calendário não é a palavra correcta, apesar de ser a palavra que é actualmente utilizada. Calendário é uma palavra que vem do tempo dos romanos – calendus – e que significa pagamento, que era feito de tanto em tanto tempo. Daí derivou a palavra calendário, que transmite a sensação de obrigação. Já sincronário tem que ver sincronização e com a liberdade de se acompanhar ou não. O calendário que a maioria das pessoas utiliza é o calendário gregoriano, que é um instrumento que está associado a uma vida de trabalho e de ganhar dinheiro. Trabalha-se seis dias e ao domingo descansa-se. Qualquer calendário é uma programação do tempo das pessoas. O tempo informa a nossa vida, de certa forma, até mesmo o calendário gregoriano. A pessoa acorda de manhã: “que dia é hoje? Domingo”. Pronto, domingo, a pessoa já tem uma postura mental completamente diferente, do que se fosse segunda-feira. Se por acaso, que é o que se passa agora, a pessoa for informada por um calendário como é o calendário gregoriano, que não está associado, praticamente, a nenhum ciclo natural, qualquer movimento planetário ou da lua. Um dos poucos ciclos a que obedece é o ciclo do ano. O ano tem de facto 365 dias, que é a rotação da Terra à volta do Sol. Mas, toda a estrutura dos meses é completamente artificial e foi feita pelo simples facto de criar um estilo de vida nas pessoas e controlar um grupo social, neste caso foi a Europa, foi a América e hoje em dia é o mundo. Num país muçulmano, domingo é domingo, em vez de ser à sexta-feira como a tradição deles manda. Além disso este calendário é um instrumento deformado. Se partirmos do princípio que o calendário é um instrumento de medida do tempo, o calendário gregoriano é como se fosse uma régua, em que um centímetro às vezes é um centímetro e outras vezes é um centímetro virgula um. Então como é que ficamos? Se eu disser a alguém encontramo-nos daqui três meses? Não é uma medida correcta, não podemos falar em precisão. Estamos falar de quê? Meses de 28 dias, de 30 dias, de 31 dias? O calendário não faz sentido. Os maias já tinham esse conhecimento. O tempo informa a realidade e quem controla o tempo pode controlar grupos socais para o bem ou para o mal.
Como é que surgiu este recente interesse pelo calendário maia? Houve aqui no Ocidente um senhor, cujo nome é José Argüelles, que esteve vários anos no México. A mãe é de origem mexicana e o pai é norte-americano. É um artista, professor na Universidade de Princeton e no Instituto de Arte de São Francisco e fundador do Planet Art Network e da Foundation for the Law of Time, que lança as bases para uma nova tecnologia, retirada do conhecimento dos maias. E foi assim que se redescobriu um calendário novo, o calendário das 13 luas, alternativo ao calendário gregoriano. É um calendário que se relaciona com a nossa vida terrena. O ano é divido em 13 luas, com períodos de 28 dias - que é o ciclo médio lunar e ciclo de menstruação da mulher. Há toda uma correlação com os ciclos e aquilo que acontece na realidade, por isso é que lhes chamamos sincronários, porque sincronizar é estar em harmonia com o todo. Nós estamos sincronizados naturalmente, senão morríamos. O nosso coração bate, estamos sempre a respirar e sem pensar nisso. Portanto, há aqui uma sincronia que está para além de nós e muitas vezes não estamos conscientes disso, o que nos traz alguns atrasos e alguns dissabores. Viver com a consciência da sincronia é entrar no campo da vida mágica, que já fez parte do Homem. Ao calendário das 13 luas foi acrescentado um dia extra, que se chama “dia fora do tempo”, para fazer os 365 dias. Os anos bissextos não são reconhecidos, porque não fazem sentido.
E o que é esse dia fora do tempo?Há uma fórmula que se utiliza matemática quântica, que consiste em acrescentar o factor +1, para chegar a um resultado. A ideia é esta: numa conta perfeita, se não se acrescentar este factor, a conta fica estática e não tem razão de ser. O +1 dá-lhe o movimento, a razão de existir. É como se fosse a matriz. É um exemplo um bocado estúpido mas, para que servem dois sofás se não existe ninguém para se sentar deles. Se acrescentar o factor +1 habitante, o sofá passa a fazer todo o sentido e a equação já tem razão de ser. Portanto, aqui são 28 dias vezes 13 ciclos que dá 364 dias mais um dia fora do tempo que dá 365 dias.
Se o calendário das 13 luas não era o preferencial deles, porque é que é aquele de que mais se fala hoje em dia?Porque este calendário das 13 luas existe mundialmente. Existe na Índia, existe na República do Altai, existia na América do Norte e Central e os maias também o tinham. Portanto, penso que o calendário das 13 luas é mais compreensível no Ocidente, porque também está sincronizado com as semanas de 7 dias. Uma lua de 28 dias são quatro semanas. No nosso universo, na natureza, existem números e fórmulas matemáticas e os maias tinham esse conhecimento. O que os maias fizeram no fundo trazer essa informação para a sua cultura, para o dia-a-dia. O Sol, por exemplo, tem uma determinada matriz, um determinado ciclo, uma rotação e nessa rotação existem diversas informações, diversos códigos, que chegam à Terra todos os dias. Os maias entendiam esses códigos. Isto é quase um conhecimento que existe antes de existir, foi descodificado pelos maias e está agora a ser recuperado por nós. Através dos calendários maias podemos saber em que dia estamos e o tipo de energia que esse dia transmite, a energia da semana e ou a energia do ano. E assim temos uma visão global da nossa situação, do ciclo mais pequeno que é o dia, até ao ciclo maior. Mas, quando entramos no mundo das qualidades, não há pequeno nem grande, melhor ou pior, isso deixa de existir. Sincronizar é conseguir estar presente no presente e estes instrumentos ajudam-nos a encontrar essas sincronicidades. Mas continuo a seguir o calendário gregoriano também, sei que hoje é segunda-feira. Não há aquela coisa, agora estou no maia e tal, não sei que dia da semana é hoje. Tudo são instrumentos úteis. Ser segunda-feira, dia 9 de Novembro, pode ser bem mais do que só isso, porque no calendário maia, aparece um “glifo”, que é um cão, portanto estamos no dia do cão rítmico. O cão é o poder do amor incondicional – o único amor que devia existir – rítmico é o tom, é a forma de comunicação desse cão. Dentro do poder do amor incondicional, simbolizado pelo cão, existem treze formas de expressar esse sentimento. Cada um dos glifos está associado a um determinado poder da criação e expressa-se em 13 tons diferentes.
E o Tzolkin? É outro calendário, certo?Tzolkin existe na América Central antes dos maias serem conhecidos como maias. Se quisermos expressar isto de uma forma mecânica, há uma roda pequena, de 13 tons, no interior de uma roda maior com 20 glifos (13 vezes 20 é igual 260 que corresponde a um ano no calendário Tzolkin). Hoje (segunda-feira, dia 9 de Novembro) é o dia do cão rítmico, daqui 260 haverá outro dia igual. Isto está relacionado directamente com o movimento do Sol.
Quantas pessoas em Portugal estão agora a seguir o calendário maia?Nós formámos, há uns ano,s uma representação do calendário que se chama PLAN – Planetary Art Network – e que existe em quase todos os países do mundo. E português chama-se Rede de Arte Planetária. Temos um site na internet com informações que as pessoas podem estudar online e fazer uns downloads. Organizamos algumas actividades, apesar de a frequência ter diminuído nos últimos anos. De qualquer forma, temos uma mailing list de cerca de 3 mil pessoas directamente ligadas ao calendário e talvez haja mais pessoas, que vão seguindo e pessoas que sabem qual é o seu glifo de nascimento, ou seja, o glifo que estava activo no dia em que nasceram.
E o que é que o glifo do nascimento nos diz?Um dos problemas que existe na humanidade hoje em dia é que o ego tomou umas proporções gigantes. Não estou a dizer que as pessoas não devem ter ego, mas o ego tem de estar num determinado sitio e na sua verdadeira dimensão, não pode tomar conta da pessoa. O ego é uma doença que existe a nível mundial, só que é visto como uma coisa normal, é uma doença que não é reconhecida como doença o que ainda é pior. Uma pessoa quando sabe que está doente, trata-se. Se não reconhece que está doente pode levar um estaladão a qualquer momento sem saber de onde vem. Portanto, saber o glifo do nascimento ajuda as pessoas a descodificarem-se e identificarem-se com outro tipo de energias. É todo um percurso. Enquanto no calendário gregoriano vemos, segunda-feira dia 9 de Novembro, faltam cinco dias para o fim-de-semana, através do conhecimento maia ficamos a conhecer a parte espiritual e mágica do dia que normalmente desconhecemos.
E como é que com esta informação toda chegamos à previsão do fim do mundo?Agora tenho de falar noutro aspecto do calendário maia. O tempo é um bocado equivalente ao nosso cérebro. Temos biliões de neurónios e ligações, que se chamam sinapses. Se alguns neurónios morrem não há mal nenhum porque as ligações são novamente restabelecidas. Havia aquela ideia de que com o tempo as pessoas iam perdendo neurónios, mas sabe-se que existem outras causas para isso. Não é pela idade porque mesmo que se perca alguns neurónios, eles são imensos e conseguem criar novas ligações. As principais razões que levam à perda de neurónios são a má alimentação, as drogas, a cafeína e o stress, que é a pior coisa que há. A própria atitude da pessoa perante a vida. Não existe no Ocidente uma ciência do tempo, existe a noção espaço/tempo ou tempo/duração, de que por exemplo o Einstein falava (o tempo que um determinado objecto demora a percorre um determinado trajecto). Mas isso não é o tempo por si só, o tempo não tem nem princípio, nem fim. Uma coisa equivalente ao tempo é o nosso pensamento. Não é possível dizer quando um pensamento começa e acaba. Pode-se classifica-lo, mas mais nada, não podemos dizer quanto mede. Mas voltando à questão de 2012. Os maias têm uma contagem longa que foi estabelecida em, salvo erro, 13 de Agosto de 3113 a. C. E curiosamente eles estabeleceram essa contagem muito precisa, que termina no dia 21 de Dezembro de 2012, do calendário gregoriano. Johan Calleman, um biólogo sueco, explica isto melhor que ninguém. Começou a estudar o calendário maia no final dos anos 80 e observou umas pedras que tinham determinadas datas e que o deixaram um pouco perplexo. Então começou a fazer associações entre essas datas e datas que a ciência actual dá como momentos importantes. Por exemplo, o Big Bang tem uma data que está lá escrita numa pedra. Então ele chegou à conclusão que essas datas marcavam ciclos em que houve um salto evolutivo na vida na Terra. Estava lá também a data aproximada da aparição da humanidade, entre outras. Então, Calleman conseguiu isolar nove datas e a cada data dessas chamou de Underworld (submundo). Também, as pirâmides maias têm nove andares até ao topo, onde normalmente está um pequeno templo. Portanto, pôs o ciclo maior na base da pirâmide e verificou que cada ciclo está dividido em treze passos e cada ciclo é 20 vezes mais pequeno do que o ciclo anterior. Por exemplo, o ciclo maior, o do Big Bang foi há 16, 4 mil milhões de anos. O ciclo seguinte, da aparição das primeiras formas de vida na Terra, foi há 820 milhões de anos. Ou seja, 820 milhões de anos vezes 20 é igual a 16,4 mil milhões de anos. E assim sucessivamente, com cada ciclo sempre 20 vezes mais pequeno do que o anterior, até chegar ao nono e ultimo ciclo, que só tem 260 dias. Os Maias conheciam o programa cósmico e é disto que estamos a falar aqui. A Criação tem um programa, tal como um computador. E os maias sabiam exactamente e de uma forma científica como é que esse programa se ia processar, até alcançar o seu objectivo final. Porque o Criador tem um objectivo final. Nada é por acaso. Existe uma informação temporal que está por trás de tudo isto e essa informação é realizada na terceira dimensão através de ciclos, que terminam de uma forma física, e dão início a outros. Isto tudo faz parte de um processo evolutivo. Os maias ao conhecerem esse processo evolutivo conheciam os ciclos da galáxia e da natureza. Estes submundos começam, estão divididos em 13 passos e terminam todos em 2012. Portanto o primeiro ciclo da criação, o tal Big Bang, com os seus sub-ciclos, termina em 2012. Quando falamos em 2012 estamos a falar do encerramento de nove ciclos! O Sistema Solar e, logo, a Terra acabaram de entrar numa região do espaço que dá pelo nome de região dos fotões, que está inundada de partículas de luz.
Vão ser anos de luz?Sim. Vão ser a evolução da consciência que é o que é preciso mudar no Homem. A nossa mentalidade e a nossa forma de estar na vida já não estão a funcionar. Vai ser uma evolução gradual, mas muito acelerada. Como em todas as evoluções vão existir pessoas que não se vão conseguir adaptar. Isso acontece na natureza e irá acontecer em 2012 também. Esta nova era, como é o culminar de um programa cósmico, vai obrigar-nos a evoluir. A humanidade vai ter de evoluir na Terra. As condições que estão a ser criadas vão culminar numa evolução da consciência, numa iluminação. Cada ser humano por si só vai ter capacidade para se tornar num ser autónomo; não vai precisar de médicos, para se saber tratar, nem de políticos para gerirem a sua vida, nem banqueiros. As pessoas vão viver segundo princípios de lealdade e igualdade. É uma mudança rumo à luz, das trevas estamos nós a sair. Luz é amor, é o cão de que falávamos há pouco. Mas, também cega.
"Como em todas as evoluções vão existir pessoas que não se vão adaptar. Acontece na natureza e vai acontecer em 2012 também"
Este texto, da autoria de Marianne Williamson, foi usado por Nelson Mandela no discurso, salvo erro, da tomada de posse:
O nosso medo mais profundo, não é o de sermos indequados. O nosso medo mais profundo, é descobrir que somos muito mais Poderosos do que pensamos! É a nossa Luz e não as nossas Trevas, aquilo que mais nos assusta.
Perguntamos a nós próprios : Quem sou eu para ser tão Brilhante, Interessante, Talentoso e Maravilhoso? Na verdade, quem és tu para não o seres ?
Tu és filho de Deus, filho da Vida!
Ser medíocre, não vai ajudar em nada o mundo. Não há nada de brilhante em te diminuíres para que os outros não se sintam inseguros perto de ti.
Nascemos para manifestar a Glória de Deus que está em todos nós.
E quando deixamos a nossa luz brilhar, inconscientemente, damos aos outros a possibilidade de brilhar também. Quanto mais livres formos, mais livres tornamos aqueles que nos cercam.
. G.O.D.H Grupos de Orientação para o Desenvolvimento de Faixa etária de 12 aos 18 anos
Objectivos de Coordenação · Auscultar as necessidades tanto de rapazes como de raparigas. · Desenvolver o conceito de Auto-Estima e Auto-confiança · Socialização · Interacção com o Universo dos adultos · Sexualidade · Violência e comportamentos desviantes · Ética e espiritualidade. Carga Horária 1H15 Semanal em inicio a partir de 23/06. Preço por Aula 10.00€. Instrutora Principal Drª Silvia Morais (psicóloga clínica e psicoterapeuta). Telefone de contacto 214530530 / 925012944 .. Nota Importante: Nas sessões em que se abordem temas específicos tais como a sexualidade, teremos profissionais especializados a participar na aula (tal como um sexólogo/a). Previamente ao inicio da curso haverá uma palestra de esclarecimento de dúvidas a todos os pais e educadores com hora e dia a combinar no início de Junho.. .